
Nada de novo e tudo novo ao mesmo tempo. Aos poucos, bem aos poucos, os pensamentos poluídos que vieram de São Paulo desistem de manter contato comigo e desaparecem entre um copo de vinho, uma soneca na rede e um pedaço de melancia gelada. De dentro da sala eu vejo a vida passando pela janela aberta, sem palavras nem muitas explicações, existindo feliz como realmente é, mas nem sempre conseguimos ver.
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